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Especialista d√° dicas para proteger os olhos no frio

31/05/2017 | Visualizações: 772
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Altera√ß√Ķes ambientais, doen√ßas respirat√≥rias e uso indiscriminado de medicamentos s√£o os maiores gatilhos. Saiba como proteger seus olhos.
No frio √© comum o olho co√ßar, arder e parecer que est√° raspando a cada piscada. De acordo com o oftalmologista, Le√īncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier algumas doen√ßas oculares chegam a triplicar triplicam nesta √©poca do ano acompanhando,  a estimativa da OMS (Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde) de aumento das doen√ßas respirat√≥rias como  gripe, resfriado, asma, rinite e sinusite .

O oftalmologista afirma que as doenças visuais relacionadas ao frio são a conjuntivite viral, síndrome do olho seco, alergia, piora do ceratocone (doença na córnea) e até o desenvolvimento de doenças mais graves como o glaucoma e a catarata por causa do uso indiscriminado de medicamentos.
Conjuntivite pode sinalizar dengue, zika e H1N1. O m√©dico explica que no frio a maior prolifera√ß√£o de v√≠rus no ar faz com que as aglomera√ß√Ķes em ambientes fechados representem o risco n√ļmero um para a sa√ļde dos olhos. Isso porque, facilitam a transmiss√£o da conjuntivite viral. A doen√ßa, explica, √© uma  inflama√ß√£o da conjuntiva, membrana que recobre a face interna das p√°lpebras e a esclera, parte branca do olho. Pode acontecer em qualquer idade e tem como principal ve√≠culo as m√£os, o compartilhamento de equipamentos eletr√īnicos e objetos pessoas. Os maiores grupos de risco s√£o os idosos que t√™m o campo imunol√≥gico fr√°gil e as crian√ßas que est√£o com a imunidade em desenvolvimento e acabam contaminando toda a fam√≠lia .

Os sintomas s√£o: p√°lpebras inchadas, vermelhid√£o, coceira, ard√™ncia, sensa√ß√£o de areia nos olhos, lacrimejamento, secre√ß√£o transparente e fotofobia (avers√£o √† luz). A dica do m√©dico para diminuir o desconforto visual √© usar √≥culos escuros nas atividades externas. Quando a altera√ß√£o ocular √© acompanhada por febre, manchas na pele, dor periocular, nos m√ļsculos e articula√ß√Ķes pode sinalizar dengue, zika ou H1N1.  Neste caso, ressalta, deve receber tratamento multidisciplinar, mas o desconforto nos olhos faz muitas pessoas encontrarem a porta de entrada para os cuidados com a sa√ļde no oftalmologista.

Tratamento
Queiroz Neto afirma que o tratamento é feito com compressas geladas, lubrificação intensa e colírios anti-inflamatórios que só devem ser usados com indicação e supervisão médica. Isso porque, o vírus pode formar membranas na conjuntiva que exigem terapia com corticóide e até aplicação de laser para remover opacidades que reduzem a acuidade visual.

Prevenção
As principais dicas do oftalmologista para prevenir a conjuntivite viral são: lavar as mãos com frequência, evitar locais mal arejados, não levar as mãos aos olhos, nem compartilhar colírio, maquiagem, teclados, fronhas e toalhas.

Síndrome do olho seco
Coceira nos olhos, vermelhid√£o, vis√£o borrada que melhora com o piscar,  avers√£o √† luz e desconforto ap√≥s ver TV, ler ou usar o computador s√£o as queixas de 2 em cada 10 pessoas que consultam os oftalmologista durante o frio. Segundo Queiroz Neto estes s√£o os sintomas da s√≠ndrome do olho seco, uma altera√ß√£o na qualidade ou quantidade da l√°grima que nessa √©poca dobra por causa da baixa umidade e aumento da polui√ß√£o. A disfun√ß√£o tamb√©m pode ser desencadeada pela climatiza√ß√£o dos ambientes, vida digital intensa e uso de lentes de contato. O filme lacrimal, ressalta, tem a fun√ß√£o de  proteger, limpar, oxigenar e umedecer a superf√≠cie do olho. Isso garante a manuten√ß√£o da  transpar√™ncia da c√≥rnea,  essencial √† boa vis√£o. 

Tratamento
Queiroz Neto afirma que para aliviar o olho seco √© indicado instilar l√°grima artificial. "Existem v√°rias formula√ß√Ķes desse tipo de col√≠rio. Por isso, tamb√©m deve ter indica√ß√£o e acompanhamento m√©dico" afirma. Algumas pessoas. comenta, desenvolvem sensibilidade ao conservante e o col√≠rio deve ser substitu√≠do por outro sem conservante. Em outras a defici√™ncia de l√°grima √© t√£o severa que √© necess√°rio implantar um plugue no canal lacrimal para manter a lagrima na superf√≠cie ocular.

Prevenção
Entre os cuidados preventivos do olho seco, destaca:
‚ÄĘ Evitar ambientes climatizados sempre que poss√≠vel.
‚ÄĘ Piscar voluntariamente quando estiver usando computador e outras tecnologias.
‚ÄĘ Proteger os olhos do vento, poeira, fuma√ßa e cosm√©ticos
‚ÄĘ Incluir na alimenta√ß√£o fontes de vitamina A encontrada na cenoura e mam√£o, frutas c√≠tricas que s√£o ricas em vitamina C e os alimentos que cont√™m √īmega 3 como a sardinha, bacalhau, semente de linha√ßa e nozes.

Alergias afetam a vis√£o
O oftalmologista ressalta que no mundo todo as doen√ßas al√©rgicas n√£o param de crescer. No Brasil n√£o √© diferente. H√° 10 anos as alergias atingiam 20% da popula√ß√£o. Hoje, de acordo com  a Asbai (Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia) atingem 30% das pessoas. A previs√£o da OMS √© de que at√© 2050 metade da popula√ß√£o tenha algum tipo de alergia. Segundo Queiroz Neto, estudos mostram que 6 em cada 10 al√©rgicos manifestam a doen√ßa nos olhos. Isso porque,  no frio diminui√ß√£o da l√°grima faz o sistema imunol√≥gico de uma pessoa al√©rgica entender que √© necess√°rio produzir mais anticorpos para proteger os olhos das agress√Ķes externas. Isso desencadeia conjuntivite al√©rgica que tem como sintomas intensa coceira nos olhos,vermelhid√£o,  incha√ßo das p√°lpebras e fotofobia.

Riscos da automedicação
Em alguns casos a coceira nos olhos √© t√£o intensa que muitas pessoas compram um col√≠rio com cortic√≥ide anteriormente receitado. O m√©dico afirma que de todos as classes de medicamento existentes no mercado o cortic√≥ide √© o mais efetivo para aliviar um processo al√©rgico. O problema √© que o medicamento s√≥ deve ser usado com supervis√£o m√©dica. Isso porque se for interrompido repentinamente provoca efeito rebote. Significa que a coceira volta mais intensa e o uso prolongado de cortic√≥ide causa catarata e glaucoma.  O √ļnico tratamento para catarata √© a cirurgia que substitui o cristalino do olho por uma pente intraocular. O uso indiscriminado de medicamentos est√° entre as principais causas da catarata precoce.
O glaucoma lentamente rouba a vis√£o perif√©rica e √© a maior causa de cegueira irrevers√≠vel por s√≥ ser percebido em est√°gio avan√ßadp e o tratamento  cccont√≠nuo com col√≠rios n√£o ser feito corretamente.

Alergia recorrente e ceratocone
A alergia ocular recorrente no frio pode evoluir para o ceratocone. Segundo o oftalmologista  a doen√ßa √© caracterizada pelo afinamento da c√≥rnea que toma o formato de um cone e responde por 70% dos transplantes no Brasil. Atinge cerca de 100 mil brasileiros e geralmente aparece na adolesc√™ncia. Os sintomas s√£o id√™nticos aos do astigmatismo, com a diferen√ßa que a troca de √≥culos √© bem mais frequente. O m√©dico afirma que hoje √© poss√≠vel ter o diagn√≥stico precoce da doen√ßa. Isso porque a tomografia que examinava a face frontal da c√≥rnea foi substitu√≠da pela tomografia que examina as duas faces. "O diagn√≥stico logo no in√≠cio aumenta a chance de manter a integridade do olho, afirma.

Tratamentos para evitar transplante de córnea
O especialista diz que a evolução de terapias para o ceratocone hoje permite evitar o transplante.
Uma dela, ressalta, √© o crosslink, √ļnico tratamento capaz de interromper a progress√£o da doen√ßa.. "Consiste no aumento da resist√™ncia das fibras de col√°geno da c√≥rnea em at√© 3 vezes, atrav√©s da aplica√ß√£o de vitamina B2 (riboflavina), associada √† radia√ß√£o ultravioleta". afirma.
Para passar pelo procedimento, ressalta, a córnea precisa ter a espessura mínima de 400 micras. Quando é mais fina, a alternativa para melhorar a visão e a adaptação à lente de contato é o enxerto de anel intracorneano que aplana a curvatura. Nos casos de ceratocone avançado que não podem ser submetidos ao crosslink , uma alternativa de tratamento é o implante de anel intraestromal que achata a córnea e por isso melhora a correção visual.

Outra alternativa que  diminuiu a indica√ß√£o de transplantes √© a lente de contato escleral que se apoia na esclera, inv√©s de se apoiar na borda da c√≥rnea. "Esta lente tamb√©m evita o retransplante em quem j√° passou pelo enxerto de c√≥rnea e permanecem com alto grau de astigmatismo. Muitos pacientes afirmam que n√£o sentem esta lente nos olhos",  conclui.


 
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