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Por que soluçamos?

10/05/2017 | Visualizações: 248
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A respiração é uma boa aliada nos momentos de crise
Você está no meio de uma conversa e – de repente – começa a soluçar.

O que fazer para acabar com esse incômodo? Primeiro, vamos entender melhor o que é o soluço: é um reflexo e ocorre por causa da contratura involuntária ou espasmo do músculo que separa o pulmão do abdômen, conhecido como diafragma. Quando este músculo contrai, o tubo respiratório fecha (a glote fecha), o ar não passa para os pulmões, em vez disso entra no estômago, e ao ser expulso surge um ruído característico, o soluço.

Sempre que o estômago se distende muito (como quando há bebidas gaseificadas, alimentação volumosa e copiosa, deglutição de ar, falar enquanto se alimenta, comer muito rápido, período pós-operatório), o soluço pode aparecer.

Os bebês são os mais atingidos pelos soluços e isso porque eles não nascem com o sistema nervoso central amadurecido, e só serão capazes do controlar determinadas funções após algum tempo de vida.
Soluçar é saudável? Em geral, é transitório, benigno e autolimitado, ou seja, desaparece do mesmo jeito que aparece, espontaneamente. “Em alguns casos, quando o soluço é persistente, pode ser sintoma e indicar alguma doença, por exemplo, disfunção no sistema nervoso central, no centro gerador de soluço no bulbo, ou irritação nos nervos periféricos responsáveis pela inervação do músculo diafragma”, explica Dra. Jeanne Oiticica, médica otorrinolaringologista, otoneurologista e Chefe do Grupo de Pesquisa em Zumbido do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Na maioria das vezes o soluço é passageiro e não necessita de tratamento. Porém, a Dra. Jeanne explica que ele pode ser resolvido com uma interrupção breve da respiração, ou seja, prender a respiração por alguns segundos. “Quando isso é feito, o diafragma é forçado a distender e relaxar, voltando a se movimentar em congruência com o ciclo respiratório (com a respiração), o que acaba resolvendo o soluço. Outra estratégia que pode ser usada é respirar repetidas vezes em um pequeno saco plástico, posicionado ao redor da boca e nariz. O CO2 expirado passa a ser inalado e acaba por interromper o espasmo muscular, reestabelecendo o ciclo respiratório sincrônico e congruente fisiológico”, orienta a médica.

Algumas dicas para evitar as crises de soluços:
- No pós-operatório o recomendado é que o paciente procure não falar muito após voltar de uma anestesia, pois o trato digestivo fica paralisado durante o ato cirúrgico e enquanto os medicamentos anestésicos estiverem circulando no sangue. Falar demais pode gerar acúmulo de ar no estômago e desencadear o soluço.
- Sempre colocar o bebê e a criança para arrotar após a ingestão de líquidos e sólidos, pois o sistema nervoso só amadurece algum tempo depois do nascimento, e essa faixa etária é mais propensa a soluços. Evitar ainda dar alimentos em temperatura extrema, ou seja, muito quentes ou muito frios, pois pode ser outro fator desencadeante.
- Com relação aos soluços transitórios e benignos basta tomar a conduta descrita acima: a interrupção breve da respiração.
- Em caso de soluço persistente, procure um médico para investigar se existe alguma doença causadora do sintoma.
 
Perfil Dra. Jeanne Oiticica
Médica otorrinolaringologista, formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Orientadora do Programa de Pós-Graduação Senso-Stricto da Disciplina de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP.
Chefe do Grupo de Pesquisa em Zumbido do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Professora Colaboradora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Responsável do Ambulatório de Surdez Súbita do hospital das Clínicas – São Paulo.


 
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