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Enxergar mal prejudica aprendizado

27/01/2017 | Visualizações: 421
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Pesquisa mostra que o uso de óculos melhora o rendimento escolar. Saiba como identificar problemas de visão em crianças.
A volta às aulas pede mais atenção com a visão das crianças. Isso porque, de acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier em Campinas,  uma pesquisa com pais e professores de 36 mil alunos da rede pública de ensino que receberem óculos durante programa social desenvolvido pelo hospital, comprova a influência da visão no  desempenho escolar. Os resultados mostram que depois de um ano para os professores 50% dos estudantes tiveram melhora no rendimento escolar, a concentração de 57% aumentou e 38,2% ficaram menos agitados.
Para os pais, 88% das crianças passaram a ter mais concentração e  interesse pelo estudo, todos os que sentiam dor de cabeça pararam de se queixar e 91% começaram  realizar tarefas que antes não conseguiam.

Triagem online pode reduzir repetência
O problema é que no Brasil 8 em cada 10 crianças em idade pré-escolar nunca foram ao oftalmologista e 30% têm algum vício de refração  de acordo com  o CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia). Para Queiroz Neto isso explica a repetência de 11,4% entre alunos do primeiro grau, encontrada na última PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) realizada pelo IBGE. A pesquisa também mostra que na região Norte a repetência atinge 16,3% e no Nordeste 16,9%. Como se não bastasse, para a OMS (Organização Mundial da Saúde) a falta de óculos é a maior causa da deficiência visual no Brasil. Segundo  Queiroz Neto não quer dizer que o grau aumenta quando a criança deixa de usar os óculos. Entretanto, explica,  a  visão desfocada (astigmatismo), dificuldade moderada de enxergar à distância (miopia) ou  próximo (hipermetropia), já é suficiente para atrapalhar o aprendizado. Por isso, o  hospital disponibiliza um aplicativo autoexplicativo para triagem visual das crianças no site - www.penidobuernier.com.br. O médico afirma que a ferramenta  não substitui a consulta, mas indica quando é necessário passar por exame com um especialista.

Prevenção da cegueira monocular
Nossos olhos se desenvolvem até a idade de 8 anos. Neste período, qualquer bloqueio visual, como o estrabismo ou olho torto, faz com que a criança utilize mais o olho de melhor visão, podendo comprometer o desenvolvimento do outro. Para resolver este problema que é conhecido com ambliopia ou “olho preguiçoso”, explica, é necessário fazer a oclusão do olho de melhor visão para estimular o o outro antes do desenvolvimento completo do sistema ocular.  É por isso, comenta, que o primeiro exame de vista deve ser feito aos 3 anos de idade.

Sinais de problemas
O médico afirma que  a criança não sabe se enxerga bem. Por isso, lista dicas  para os pais identificarem problemas de visão.
Até os dois anos, afirma que os sinais de alerta são olhos lacrimejantes, pupila muito grande, acinzentada, com reflexo ou opaca, desinteresse pelo espaço e pessoas.
A partir dos 3 anos, tombar a cabeça para o lado, olhos desviados para dentro ou para fora, esfregar os olhos com frequência.

Sinais de problemas
O médico afirma que  a criança não sabe se enxerga bem. Por isso, lista dicas  para os pais identificarem problemas de visão. Até os dois anos afirma que os sinais de alerta são olhos lacrimejantes, pupila muito grande, acinzentada, com reflexo ou opaca, desinteresse pelo espaço e pessoas.
A partir dos 3 anos, tombar a cabeça para o lado, olhos desviados para dentro ou para fora, esfregar os olhos com frequência.
No início da fase escolar, o hábito de coçar os olhos após ver muito tempo de TV ou videogame, dor de cabeça e nos olhos frequentes, aproximar ou afastar muito o rosto do caderno, reclamar de dificuldade para enxergar a lousa, baixo rendimento escolar e desinteresse pelos estudos. 

No início da fase escolar, o hábito de coçar os olhos após ver muito tempo de TV ou videogame, dor de cabeça e nos olhos frequentes, aproximar ou afastar muito o rosto do caderno, reclamar de dificuldade para enxergar a lousa, baixo rendimento escolar e desinteresse pelos estudos. 


 
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